terça-feira, 8 de setembro de 2015

Filme: O Pequeno Príncipe (2015)


No sábado passado fui assistir no cinema a nova adaptação cinematográfica do Pequeno Príncipe, junto com meu namorado. Nós dois somos muito apaixonados por esta obra, então não poderíamos perder o filme, que antes mesmo de estrear já era muito comentado e esperado. Confesso que antes de assisti-lo não tinha muitas expectativas, mas fico feliz de dizer que sim, o filme é muito lindo, sensível e tocante como o livro.
Nesta versão, já se passaram muitos anos desde o encontro do aviador com o Pequeno Príncipe. O aviador agora é um senhor fora dos padrões, alegre e sonhador, vivendo numa casa muito peculiar e inusitada em uma cidade onde todas as outras são padronizadas e assimétricas, assim como as pessoas,  sempre preocupadas com números, perfeição, vivendo uma vida excessivamente pragmática.

É neste contexto que o velho aventureiro ganha uma nova vizinha, que se muda com sua filha para casa ao lado. Ela já tem toda a vida da menina planejada, e no momento o maior objetivo da mãe para a filha é conseguir uma vaga na melhor escola da cidade, que possui um processo seletivo muito exigente. Logo se vê que apesar de ainda ser criança, a menina parece mais uma mini adulta, que nem ao menos brinca ou possui espontaneidade. Após um incidente com a hélice do aviador, se inicia uma relação entre os dois, através das histórias que viveu e conheceu com o Pequeno Príncipe, ele tenta reacender na menininha a criança, a infância que ela esta perdendo, junto com a simplicidade e beleza das pequenas coisas e sentimentos como a amizade, que realmente importam. E assim o filme vai intercalando entre a amizade dos dois e cenas dos momentos mais bonitos e conhecidos da história do Pequeno Príncipe, retratados com uma sutileza muito linda.

Fui novamente cativada pela história, me senti feliz por ter ficado emocionada e até mesmo chorado nas cenas finais, por ainda ser capaz de ficar mexida feito criança e perceber tudo que realmente é essencial e só se vê com o coração.
Por favor, permitam que as crianças adormecidas dentro de vocês despertem e motivem a ver este filme, e que muitos sentimentos bons possam preenchê-los a partir disto, não sejamos tão pragmáticos. Desliguemos um pouco o piloto automático.

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