quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Sobre a garota que escreve...

Não sei porque escrevo... Mas como algo incontrolável, venho aqui e escrevo!
Que sentido tem minhas palavras, para que servem, o que realmente são ou completam? Nem sempre tenho respostas para os meus próprios vícios. Nem sempre sei  o motivo de algumas persistências  que simplesmente não se dissipam.
Escrevo, escrevo, e me sinto bem! Não sei quantos podem entender os meus sentimentos escritos, e tão pouco sei quantos se encontram neles. Mas durante todo esse tempo de escritos e leituras em outros espaços como o meu, acredito que todos nós temos algo diferente para compartilhar, algo que só nós temos, e ninguém mais pode ter igual, e quando disserto tudo aqui neste mundinho de letras, penso que estou compartilhando coisas únicas que outras pessoas também podem compreender. 
Aprendemos a ler e a escrever quando crianças, mas nem todo mundo enxerga este encanto, outros só o fazem por necessidade. Não sou intelectual, e não possuo por hora um best-seller de minha autoria em alguma livraria, apenas tenho este espaço e infinitas coisas que aqui já compartilhei. 
E sempre, mesmo que demore dias, eu volto, as vezes contra minha vontade, mas sinto uma satisfação tão gostosa quando a postagem esta pronta, e algo que antes só tinha forma em minha mente  ganha corpo e vida aqui.
Poderia ficar um bom tempo nessa postagem tentando decifrar algo que não controlo, mas não teria uma resposta concreta. Acho que só quem se sente assim,  no meio dessas variações de palavras, sentimentos, e necessidade poderia entender o porque de uma garota tão comum e com turbilhões de pensamentos, ainda se deixa levar por um singelo blog!
Só sei que gosto, só sei que por hora essa coisa em mim não tem freio, e porque acho que minhas palavras algumas vezes tem utilidade, e falam por outros que apenas as tornam um sussurro em sua mente. Quanto tempo isso vai durar? Outra resposta indefinida, mas ainda estou por aqui! 


Nathy Cayres

2 comentários:

  1. Sei bem como é isso, escrever é como uma necessidade vital, como respirar! Uma droga, mas uma boa droga!
    Beijos*:

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  2. Acho que sei um pouco disso também... Às vezes acho que escrevo para fugir, outras para me encontrar. Escrever é uma necessidade para mim.

    Caramelo de Limão

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