sábado, 4 de janeiro de 2014

O Pequeno Príncipe, o livro que toda criança deveria ganhar e todo adulto deveria ter!


Certamente para todos que desejam ter uma biblioteca particular, este livro não deve faltar! É aquele tipo de livro que você compra e quando termina de lê-lo tem certeza que jamais irá se desfazer dele ou troca-lo. Realmente um livro de criança, mas também para adultos, que nos faz lembrar o que realmente importa, o que realmente tem utilidade e o que não é perda de tempo. Aprendemos com a simplicidade do Pequeno Príncipe e sua sensibilidade que "o essencial é invisível aos olhos", que a vida esta além do que enxergamos, do que julgamos racional ou apropriado,  que muitas vezes a resposta para o que procuramos estão naqueles detalhes que esquecemos, mas que costumávamos perceber claramente quando crianças, como ele nos mostra!
Crescemos e nos preocupamos com coisas superficiais, não vivemos, mas sim sobrevivemos, automáticos como números, sem saber de fato para aonde estamos indo, porque estamos indo e afinal de contas, o que estamos procurando?
O sentido de todas as coisas podem estar na rosa que com carinho você cultiva, ou nas estrelas que a noite podem representar sorrisos brilhantes e nas pessoas que você cativa e pelas quais fora cativado. As crianças conhecem esses segredos, todas elas de certa forma tem um Pequeno Príncipe dentro de si. Tenho uma prima de 6 anos que muitas vezes me surpreende com as coisas que ela diz, as crianças observam tudo, pensam em muitas coisas, são simples e espertas, como este personagem cativante de Antoine de Saint-Exupéry. E esperamos que o principezinho e sua rosa estejam muito bem em  seu planeta, os asteroide B 612.
Sigo agora com alguns trechos marcantes do livro:

"-Tu julgarás a ti mesmo- respondeu-lhe o rei.- É o mais difícil. É bem mais difícil julgar a si mesmo que julgar os outros. Se consegue fazer um bom julgamento de ti, és um verdadeiro sábio."
(Pag. 39)

"- Onde estão os homens?-Tornou a perguntar o principezinho. - A gente se sente um pouco sozinho no deserto.
- Entre os homens a gente  também se sente só- disse a serpente."
( Pág. 58)

"Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo..."
(Pág. 66)

"- A gente só conhece bem as coisas que cativou- disse a raposa. - Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo já pronto nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos, se queres um amigo, cativa-me."
(Pág. 67)

" É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos."
(Pág. 70)

" Foi o tempo que perdeste com tua Rosa que a fez tão importante"
( Pág.72)

"Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas."
(Pág.72)

" O que eu vejo não passa de uma casca. O mais importante é invisível."
(Pág. 76)

"- Os homens- disse o pequeno príncipe- embarcam em trens, mas já não sabem mais o que procuram. Então eles se agitam, sem saber para onde ir."

(Pág .78)


Um comentário:

Conte o seu lado da História!